ūüďĆ√Ä descoberta do Forte de S√£o Jo√£o Baptista: sentinela de Peniche, guardi√£ da Berlenga.

ūüď∑¬†A regi√£o Oeste de Portugal presenteia-nos com paisagens buc√≥licas verdejantes, areais dourados a perder de vista e locais com monumentos singelos. Situada a escassas sete milhas do Cabo Carvoeiro, cerca de dez quil√≥metros, o Arquip√©lago das Berlengas destaca-se como um dos para√≠sos¬†perdidos da costa portuguesa. √Č um bom mote para passar uma jornada diferente que contemple actividades de lazer pela natureza e patrim√≥nio edificado da¬†Ilha Grande da Berlenga. Deixo-vos, assim, as impress√Ķes pessoais e olhares fotogr√°ficos de um antigo exemplar fortificado da costa mar√≠tima portuguesa. Vamos embarcar nesta viagem?

“√Č necess√°rio sair da ilha para ver a ilha. N√£o nos vemos se n√£o sa√≠mos de n√≥s.”, afirmou o escritor Jos√© Saramago. Seguindo a velha m√°xima da entidade que promove o destino Portugal, “V√° para fora, c√° dentro” , optei por realizar uma incurs√£o fotogr√°fica √†¬†Ilha da Berlenga. Trata-se de um dos mais conhecidos e concorridos destinos tur√≠sticos na regi√£o Oeste de Portugal durante a √©poca de veraneio. Situada numa regi√£o de intenso tr√°fego mar√≠timo, o arquip√©lago das Berlengas sempre foi um local apelativo e ao mesmo tempo perigoso para a navega√ß√£o mar√≠tima. A ocupa√ß√£o humana da Ilha da Berlenga tem mais de dois mil anos como comprova a¬†investiga√ß√£o arqueol√≥gica¬†levada a cabo por¬†Jacinta Bugalh√£o e Susana Louren√ßo. Comprovou-se, segundo o estudo citado anteriormente, que a Ilha da Berlenga era utilizada como¬†fundeadouro para embarca√ß√Ķes comerciais de m√©dio e longo curso, nomeadamente aquelas que percorriam as rotas de liga√ß√£o entre o Mediterr√Ęneo e os territ√≥rios romanos atl√Ęnticos.

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Cr√©ditos da Imagem ¬©ÔłŹ Projecto LIFE Berlengas

O Forte de São João Baptista ao longo da História…

A ocupa√ß√£o humana da Ilha da Berlenga, ao largo da costa da pen√≠nsula de Peniche, remonta √† primeira metade do s√©culo XVI, mais concretamente, ao ano de 1513. Todavia, alguns arque√≥logos e historiadores, admitem a presen√ßa humana possa remontar √† √©poca Romana (s√©culo I a.C.). A ocupa√ß√£o efectiva do territ√≥rio da Ilha Berlenga foi feita por uma¬† pequena [e corajosa] comunidade de monges Jer√≥nimos (movimento erem√≠tico inspirado em S√£o Jer√≥nimo), com edifica√ß√£o de um espa√ßo mon√°stico – o Mosteiro da Miseric√≥rdia da Berlenga (1513-1548) – para auxiliar os pescadores locais e as vitimas de naufr√°gio. Governava, ent√£o, El-Rei Dom Manuel I (1495-1521), √† √©poca Mestre da Ordem de Cristo e¬† um grande devoto desta ordem religiosa. Em 1449, o rei D.Afonso V cedeu o senhorio das Berlengas e do Baleal ao Infante D.Henrique, Mestre da Ordem de Cristo. Ao todo, o “Venturoso” mandou fundar, tamb√©m, os Mosteiros de Santa Maria de Bel√©m (Lisboa) e de Nossa Senhora da Pena (Sintra). A Ilha da Berlenga, seguindo os princ√≠pios da Ordem dos Jer√≥nimos, promovia a tranquilidade, a contempla√ß√£o, o sil√™ncio e o recolhimento.¬†¬†Em 1548, o espa√ßo religioso foi abandonado pelos monges Jer√≥nimos por motivos de for√ßa maior: a fome, as doen√ßas e os constantes ataques de piratas e cors√°rios, em particular, os “mouriscos” que raptavam os monges para vender nos mercados do Norte de √Āfrica.

RumoBerlenga (43)Na segunda metade do s√©culo XVI, em 1557, Dom Lu√≠s de Ata√≠de, 3.¬ļConde de Atouguia, escrevia uma carta ao rei [D.Sebasti√£o?] de Portugal a expor a situa√ß√£o de fragilidade costeira no seu senhorio de Atouguia da Baleia e Peniche, face aos ataques dos cors√°rios e franceses que faziam aguadas e roubavam embarca√ß√Ķes na √°rea envolvente do Arquip√©lago das Berlengas. O nobre fidalgo, um dos futuros Vice-reis da √ćndia durante o s√©culo XVI, chega a referir que os cors√°rios franceses iam “vender trigos a Lisboa”, fruto dessas pilhagens. Face √† import√Ęncia nevr√°lgica da regi√£o costeira de Peniche, e ap√≥s sugest√£o do mesmo, a Coroa Portuguesa, em 1557, incube D. Lu√≠s de Ata√≠de de materializar a edifica√ß√£o de uma fortifica√ß√£o mar√≠tima na pen√≠nsula de Peniche: o Baluarte Redondo (1557-1558). Entre os anos de 1557 e 1562, o 3.¬ļConde de Atouguia esteve envolvido em diversos combates navais contra¬†piratas e cors√°rios para defender a jurisdi√ß√£o do seu senhorio, visto que √† √©poca a pacata aldeia de Peniche, ligada √† actividade piscat√≥ria, agr√≠cola e comercial, era alvo de cobi√ßa e constantes desembarques de aventureiros europeus e magrebinos.

Panorama ForteBerlenga (2)Os prim√≥rdios da constru√ß√£o da Guardi√£ da Ilha da Berlenga…

No contexto da Guerra da Restaura√ß√£o, o monarca D.Jo√£o IV (1640-1654) ordenou a constru√ß√£o de uma estrutura militar para complementar a defesa da costa e da cidadela abaluartada de Peniche. Ap√≥s a visita de Jo√£o Rodrigues de S√°, entre 1651 e 1654, sobre um dos ilh√©us da enseada da Muxinga, na vertente sudeste da Ilha da Berlenga, decorreram as obras de constru√ß√£o, com recurso a cantarias calc√°rias e reaproveitamento de pedras do antigo Mosteiro da Ordem dos Jer√≥nimos, do √ļnico exemplar b√©lico do Arquip√©lago das Belengas: o¬†Forte de S√£o Jo√£o Batista da Berlenga. Com uma planta octogonal irregular, adaptado √† morfologia, estava guarnecida com nove pe√ßas de artilharias (Canhoiras). Cont√©m um p√°tio interior, junto as muralhas exteriores foram edificadas o paiol e as casamatas. A liga√ß√£o entre o ilh√©u e a Berlenga √© feito atrav√©s de uma ponte em alvenaria, e um conjunto de arcos,¬† com um pequeno ancoradouro.

ForteSJBaptista2015BerlengaCabo Avelar Pessoa: um her√≥i¬†da restaura√ß√£o…

Esta fortificação militar do século XVII, do ponto de vista histórico, ganha um maior destaque na defesa de costa em Portugal no papel que desempenhou ao longo da Guerra da Restauração, considerada o seu expoente bélico. Um dos mais conhecidos episódios e marcantes nos anais da História de Portugal foi ataque de uma armada castelhana de 14 navios, comandada pelo almirante Don Diogo Ibarra, que tinha por objetivo raptar a rainha D. Maria Francisca de Sabóia na sua chegada a Portugal, à época do seu casamento com D. Afonso VI. Logrado o objectivo principal, em Junho de 1666, a armada espanhola decidiu atacar o Forte de São João Baptista, tendo efectuado um intenso bombardeado. Ao longo de dois dias,  a guarnição portuguesa, cerca de trinta soldados e oficiais, comandada pelo Cabo Avelar Pessoa, rendeu-se aos castelhanos por falta de comida, de pólvora e pela traição de um dos soldados que, após uma operação anfíbia, abriu as portas às forças sitiantes. Apesar das baixas castelhanas (cerca de 500 mortos, uma nau afundada e duas danificadas), os combatentes portugueses foram capturados e levados para Espanha pelas forças sitiantes. Hoje em dia, a maior embarcação que faz a ligação Peniche-Berlenga, construída em 1993,  tem o nome deste valoroso herói português.

 

RumoBerlenga (19)O impacto das Guerras Peninsulares (1807-1814)…

Ap√≥s um restauro na terceira metade do s√©culo XVII, ap√≥s o ataque de 1666, o forte adquiriu fun√ß√Ķes de pres√≠dio politico e militar. Durante as Guerras Peninsulares, em especial durante a 1.¬™ Invas√£o Francesa (1807-1808),¬† o forte serviu de base de apoio para a¬†Royal Navy (√† √©poca¬†era “dona e senhora dos mares” ap√≥s a vit√≥ria de Trafalgar em 1805)¬†para realizar ass√©dios constantes √† guarni√ß√£o francesa da cidadela de Peniche. Com a retirada destes, foi pilhada pelos franceses. A capela e o forte foram, novamente, restaurados em 1821. No decorrer das lutas entre liberais e absolutistas (1828-1834) foi utilizada de base √†s tropas de D. Pedro IV para a conquista da fortaleza de Peniche, ocupada por for√ßas miguelistas. Em 1847, esta fortifica√ß√£o militar do s√©culo XVII acabou por ser abandonada, visto que j√° n√£o cumpria as necessidades b√©licas. Posteriormente, foi ocupado por um destacamento da Guarda Fiscal at√© 1889.

RumoBerlenga (16)A visita do Presidente do Conselho¬† de Ministros no s√©culo XX…

Durante a d√©cada de 50 do s√©c. XX, entre 1952 e 1953, a Fortaleza de S√£o Jo√£o Baptista foi restaurada pela ent√£o Direc√ß√£o Geral dos Edif√≠cios e Monumentos Nacionais para uma posterior adapta√ß√£o do espa√ßo a pousada,¬†servindo de abrigo a quem a√≠ desejasse pernoitar. Ali√°s, s√£o estas as fun√ß√Ķes que hoje apresenta. No Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT)¬†– Arquivo Oliveira¬† Salazar (1908-1974) – podemos encontrar documenta√ß√£o referente √† situa√ß√£o da Pousada das Berlengas, bem como algumas fotografias¬†(Jornal O S√©culo) desta fortifica√ß√£o mar√≠tima na d√©cada de 30 do s√©culo XX. O “mentor” do Estado Novo (1933-1974), o Dr. Oliveira Salazar, na companhia do ent√£o Ministro da Marinha Almirante Am√©rico Tom√°s, a 9 de Julho de 1952, fez uma das raras desloca√ß√Ķes fora do seu quotidiano habitual: uma visita para acompanhar as obras de adapta√ß√£o a Pousada do Forte de S√£o Jo√£o Baptista. Quem diria, n√£o √©?

RumoBerlenga (17)Da Revolu√ß√£o dos Cravos at√© aos dias de hoje…

A sua miss√£o j√° n√£o √© a defesa da Ilha da Berlenga. Ap√≥s a Revolu√ß√£o dos Cravos (1974), este basti√£o de defesa costeira foi cedido, e bem,¬† pelo¬† Estado Portugu√™s √† Associa√ß√£o de Amigos da Berlenga (AAB), com vista √† sua reabilita√ß√£o e, mais tarde, para adapta√ß√£o a alojamento tur√≠stico. Funciona, assim, como Casa-abrigo para os in√ļmeros visitantes que escolhem ficar nas suas celas seculares. Infelizmente, o aspecto hist√≥rico do monumento militar e da pousada hist√≥rica est√£o pouco explorados e desenvolvidos.¬†Se ficou interessado neste exemplar de arquitectura militar portugu√™s, recomendo a leitura da seguinte tese acad√©mica Forte de S√£o Jo√£o Baptista da Berlenga:um plano de gest√£o integrada¬†da investigadora Raquel Carteiro (2017).

Um At√© j√°…

Solit√°rio. Isolado. M√°gico. Mas, Forte. √Č este o Forte de S√£o Jo√£o Baptista da Ilha Berlenga. O guardi√£o desta Ilha. A Berlenga. Uma Mem√≥ria de Pedra que resta de outros tempos, de outras guerras. Saudades de pedra. A sensa√ß√£o de ver surgir a silhueta das suas muralhas na proa de uma embarca√ß√£o causa espanto e como√ß√£o ao visitante da Ilha da Berlenga. Um verdadeiro “guerreiro de pedra” que combateu ao servi√ßo da na√ß√£o portuguesa. Iremos voltar, certamente.

Não deixe de fazer…

  • realizar uma visita de barco √†s in√ļmeras grutas (Flandres, Azul, Muxinga, Lagosteira, entre outras) do Arquip√©lago das Berlengas;
  • observar um belo p√īr-do-sol no atl√Ęntico;
  • explorar os diversos trilhos pedestres da Ilha Velha e da Berlenga;
  • fotografar um dos √≠cones naturais da Berlenga: a cabe√ßa do Elefante;
  • visitar o Farol Duque de Bragan√ßa;
  • observar a fauna e a flora √ļnica em Portugal, em especial, as gaivotas de pata amarela, os airos, o¬†corvo-marinho-de-crista, a galheta e a cagarra (Birdwatching);
  • efectuar diversas actividades l√ļdicas ligadas √† natureza e desporto, tais como,¬† o¬† snorkeling e canoagem;
  • realizar mergulho nos destro√ßos de navios a vapor nas √°guas agitadas do Arquip√©lago das Berlengas, tais como, o SS Primavera e o SS Andrios;
  • conhecer o espa√ßo do projeto LIFE Berlengas que visa contribuir para a gest√£o sustent√°vel da Zona de Prote√ß√£o Especial (ZPE) deste Arquip√©lago Atl√Ęntico;
  • mergulhar nas √°guas tranquilas e transparentes da praia do Carreiro do Mosteiro.
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Para mais informa√ß√Ķes:

Aqui poder√° encontrar, por exemplo, extensa documenta√ß√£o e dicas sobre o patrim√≥nio material e imaterial desta Ilha Atl√Ęntica nos seguintes links:

Antes de viajar para a Berlenga, segundo a CM Peniche, √© recomend√°vel consultar algumas particularidades desta ilha para planear a sua viagem. Por exemplo,¬†o visitante deve efetuar a reserva do transporte e/ou do alojamento antecipadamente. O website do¬†Turismo do Centro¬†oferece informa√ß√£o atualizada sobre a regi√£o Centro de Portugal. √Č a melhor op√ß√£o para come√ßar a planear uma viagem √† regi√£o Oeste.¬†J√° o¬†Munic√≠pio de Peniche¬†permite descarregar mapas e um conjunto de informa√ß√Ķes sobre os transportes p√ļblicos, locais de interesse, museus, gastronomia, entre outros. Importa salientar que poder√° encontrar o¬†posto de turismo¬†para saber mais informa√ß√Ķes e dicas para fazer e planear o seu roteiro pela Reserva Natural das Berlengas (RNB).

‚úą¬†Como chegar:

A liga√ß√£o mar√≠tima, entre o Porto de Peniche e a Ilha da Berlenga, t√™m uma dura√ß√£o aproximada de uma hora. As embarca√ß√Ķes de passageiros funcionam entre os meses de Maio e Setembro, fora desse per√≠odo n√£o existe transporte¬†regular para a Ilha da Berlenga, √† excep√ß√£o dos faroleiros e dos pescadores locais. O¬†‚ÄúCabo Avelar Pessoa‚ÄĚ, embarca√ß√£o da empresa VIAMAR, √© o transporte mar√≠timo regular com maior capacidade de carga e para o transporte de passageiros. H√° tamb√©m diversas embarca√ß√Ķes mar√≠timo-tur√≠sticas (Barco Julius, Rumo ao Golfinho, TGV, etc) que levam entre 10 a 40 passageiros, permitindo o acesso √† ilha de uma forma c√≥moda e mais r√°pida, bem como a organiza√ß√£o de passeios √†s grutas do Arquip√©lago das Ilhas Berlengas.

ūüŹ†¬†Onde ficar:

Em virtude de ser uma Reserva Natural (Reserva Natural da Biosfera da UNESCO), a Ilha da Berlenga tem tr√™s [e √ļnicas] possibilidades de pernoitar para os visitantes: o apoio de campismo (Munic√≠pio de Peniche ‚Äď Posto de Turismo), na Pousada do Forte S√£o Juli√£o Baptista da Associa√ß√£o de Amigos das Berlengas¬†(AAB) ou no Restaurante Mar e Sol. Aconselha-se a quem quiser pernoitar na ilha a levar lanternas e mantimentos, √°gua doce inclu√≠da. No Castelinho existe um pequeno bar e um minimercado com produtos essenciais para a estadia na Ilha. Importa referir que a electricidade √© cortada √† uma hora da manh√£. A torneira de √°gua doce comunit√°ria est√° aberta entre √†s 9 e 11 h da manh√£ todos os dias, visto que √© transportada por via mar√≠tima pela embarca√ß√£o “Cabo Avelar Pessoa”.

  • √Ārea de campismo: as reservas s√£o feitas no Posto de Turismo de Peniche (telefone: 262 789¬†571; email:¬†turismo@cm-peniche.pt)
  • Casa Abrigo do Forte de S√£o Jo√£o Baptista: reservas feitas junto da Associa√ß√£o Amigos das Berlengas (telefone: 912 631¬†426; email:¬†berlengareservasforte@gmail.com)
  • Pavilh√£o Mar e Sol: reservas feita pelo telefone 91 954 31 05

ūüćú¬†Onde comer:

Em virtude da Ilha da Berlenga ser um santu√°rio natural, a oferta e diversidade de espa√ßos gastron√≥micos √© [muito] reduzida. A principal √°rea de restaura√ß√£o localiza-se na Berlenga Grande. Trata-se do¬†Restaurante e Alojamento Mar & Sol, localizado no bairro dos Pescadores. Um convite a uma tert√ļlia pelos sentidos e sabores da cultura gastron√≥mica da regi√£o Oeste, em especial, o paladar de uma caldeira de marisco ou um prato de sardinhas com sabor √† maresia atl√Ęntica. Na minha opini√£o, a op√ß√£o mais correta √© levar, como se dizia nos escuteiros, “almo√ßo-volante”, isto √©, o t√≠pico farnel. Nada como uma bela “sandocha” e uma “cervejinha” para desfrutar do descanso de uma caminha pelos trilhos da Berlenga. No Forte da Berlenga, com entrada gratuita, existe tamb√©m um pequeno bar-restaurante, explorado pela Associa√ß√£o¬†dos¬†Amigos da Berlenga (AAB), que poder√° visitar.

Nota importante [ūüϧ]

As presentes informa√ß√Ķes n√£o t√™m natureza vinculativa, funcionam apenas como indica√ß√Ķes, dicas e conselhos, e s√£o suscept√≠veis de altera√ß√£o a qualquer momento. O Blogue OLIRAF n√£o poder√° ser responsabilizado pelos danos ou preju√≠zos em pessoas e/ou bens da√≠ advenientes. Se quiser partilhar ou divulgar as minhas fotografias, poder√° faz√™-lo desde que mencione os direitos morais e de autor das mesmas.

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ūüíĽ¬†Texto: Rafael Oliveira¬†ūüď∑¬†Fotografia: Oliraf Fotografia¬†ūüĆé

Follow me: @oliraffotografia on Instagram | Oliraf Fotografia on Facebook

FOTOGRAFIA‚úąÔłéVIAGENS‚úąÔłéPORTUGAL ¬© OLIRAF (2019)

ūü𤋮†CONTACT: OLIRAF89@GMAIL.COM

3 thoughts on “ūüďĆ√Ä descoberta do Forte de S√£o Jo√£o Baptista: sentinela de Peniche, guardi√£ da Berlenga.

  1. Uau!Viajei por segundos através do tempo. O que seria de nós se não existissem os historiadores e pesquisadores.
    Tanta história em um espaço tão pequeno.Assim damos valor onde realmente iremos nos aventurar.

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