Fotografia, Paisagem & Natureza, Património Edificado & Monumental, Portugal (Terras), Roteiros Fotográficos, Viagens

ūüď∑7 dias e 6 noites na Ilha da Berlenga…

ūüďĆ√Ä descoberta da Ilha da Berlenga…

Poucas ocasi√Ķes oferecem tantas oportunidades fotogr√°ficas como as f√©rias de Ver√£o. Como tal, decidi fazer algo diferente no long√≠nquo Ver√£o de 2015: um voluntariado num¬†Projecto¬†de v√°rias institui√ß√Ķes nacionais e europeias.¬†O Voluntariado √©,na minha opini√£o,uma das in√ļmeras formas de viajar, onde podemos enriquecer o nosso curr√≠culo acad√©mico,profissional e pessoal. E,claro, ajudar o pr√≥ximo. Importa salientar que¬†nas minhas desloca√ß√Ķes, h√° sempre um motivo fotogr√°fico, como tal, tirei uma semana para fazer uma escapadela fotogr√°fica a uma das reservas naturais de Portugal, classificada como Reserva da Biosfera da UNESCO (2011).

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Sempre tive curiosidade em ir √† Ilha da Berlenga. Durante os Ver√Ķes de inf√Ęncia e adolesc√™ncia que contemplava a Ilha da Berlenga, desde Santa Cruz (Concelho de Torres Vedras). Dizia para mim: um dia irei l√°. Sabia¬†que eram umas ilhas ao largo de Peniche e, confesso, que sempre¬†despertaram grande interesse.¬†J√° l√° queria ter ido h√° algum tempo. Assim como quero ir aos A√ßores. Decidi-me de uma vez por todas a cumprir um desejo antigo.

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O “Berlenga” (UAM-675 c.1966)

Esque√ßamos os barcos apinhados de turistas que cruzam o istmo de Peniche e a Ilha da Berlenga. Aventura que √© aventura, tem de ter um meio de transporte ¬†alternativo. Ora, para atingir a Ilha da Berlenga, onde me esperava uma semana intensa e entusiasmante, tive o¬†privil√©gio de viajar ¬†no “Berlenga”. Assim, de onda em onda vencemos esta pequena “epopeia mar√≠tima”. De real√ßar, que o Berlenga¬†√© um¬†antigo pesqueiro adaptado pela Marinha Portuguesa para a rendi√ß√£o dos faroleiros entre a Nazar√© e a Ilha da Berlenga. Foi assim que partimos para a nossa aventura rumo √† Berlenga.

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O Cabo Carvoeiro, ao largo da Pen√≠nsula de Peniche, e a “Nau dos Corvos”.

Ao longo da viagem para a Ilha da Berlenga podemos observar a fauna, o patrim√≥nio e o quadro f√≠sico da Costa Atl√Ęntica da Peninsula de Peniche. Na sa√≠da do Porto de Peniche podemos contemplar um dos principais complexos portu√°rios de Pesca da Costa Portuguesa e as suas respectivas embarca√ß√Ķes, bem como a Fortaleza de Peniche, o Cabo Carvoeiro, entre outros locais de interesses. Estes foram os que me despertaram especial aten√ß√£o. O oceano atl√Ęntico, ao largo do cabo Carvoeiro, apresenta-se quase sempre agitado, dif√≠cil para os navegantes, pescadores e turistas que se aventuram, por exemplo, numa ida ao Arquip√©lago das Berlengas.

Localização

Berlenga

O arquip√©lago das Berlengas √© constitu√≠do por um conjunto de ilh√©us (a Berlenga Grande, as Estelas e os Farilh√Ķes) e situa‚ÄĎse no litoral ocidental portugu√™s, a cerca de 10 km da pen√≠nsula de Peniche. Pertence¬†administrativamente ao concelho de Peniche, distrito de Leiria. A Berlenga Grande √© a maior ilha do arquip√©lago, com uma extens√£o de 80 hectares. Trata-se de uma Ilha de massa gran√≠tica e a √ļnica que pode ser visit√°vel entre a Primavera e o Ver√£o. De referir que a¬†Reserva Natural das Berlengas compreende uma √°rea muito vasta de reserva marinha situada na envolvente do arquip√©lago.

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Panor√Ęmica da Berlenga Grande ou Ilha da Berlenga

A Berlenga Grande, geomorfologicamente, apresenta a forma de um planalto no topo, sendo a sua costa de dif√≠cil acesso e constitu√≠da por arribas. Na costa Sudeste, existem diversas enseadas que constituem abrigos naturais (Grutas), por vezes coincidindo com a presen√ßa de pequenas praias. A travessia mar√≠tima para a ilha nem sempre √© f√°cil, especialmente no Inverno, bem como a acostagem de embarca√ß√Ķes.

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Farol da Ilha da Berlenga

Para al√©m das atra√ß√Ķes patrimoniais e paisag√≠sticas desta ilha atl√Ęntica, a Fauna e a Flora s√£o √ļnicas no mundo, isto √©, esp√©cies end√©micas, devido √† sua localiza√ß√£o geogr√°fica (Ilha, isolamento e meio ambiente singular). Assim, podemos encontrar algumas esp√©cies marinhas e terrestres como, por exemplo, Corvos-marinhos, airo, pardelas, gaivota-de-pata-amarela, a largatixa de Bocage, entre outros. Salienta-se a exist√™ncia da maior col√≥nia de nidifica√ß√£o para a avifauna marinha (neste caso, as Pardelas) e ponto de passagem para um grande n√ļmero¬†de aves migradoras. Se dormir na ilha √† noite poder√° escutar o canto t√≠pico das Cagarras/Pardelas.

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Gaivota-de-pata-amarela e respectivas crias

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Apoio de campismo da Ilha da Berlenga

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Forte de S.Jo√£o Baptista

¬†O Arquip√©lago das Berlengas ao longo da Hist√≥ria…

Situada numa regi√£o de intenso tr√°fego mar√≠timo, o arquip√©lago das Berlengas sempre foi um local apelativo e ao mesmo tempo perigoso para a navega√ß√£o. De facto, a¬†ocupa√ß√£o humana da Ilha da Berlenga tem mais de dois mil anos como comprova a investiga√ß√£o arqueol√≥gica levada a cabo por¬†Jacinta Bugalh√£o e Susana Louren√ßo.Comprovou-se, segundo o estudo citado anteriormente, que a Ilha da Berlenga era utilizada como¬†fundeadouro para embarca√ß√Ķes comerciais de m√©dio e longo curso, nomeadamente aquelas que percorriam as rotas de liga√ß√£o entre o Mediterr√Ęneo e os territ√≥rios romanos atl√Ęnticos.

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A ilha da Berlenga Grande, ao largo da costa de Peniche, foi ocupada na primeira d√©cada do S√©culo XVI, por uma comunidade de monges Jer√≥nimos que ali fundar√° o Mosteiro da Miseric√≥rdia da Berlenga, em 1502, para auxiliar os n√°ufragos, por ordem do Venturoso, el-rei D.Manuel I (1495-1521). ¬†Em virtude do isolamento, este arquip√©lago foi um ref√ļgio de cors√°rios e piratas, que assolavam a costa portuguesa, o que levou a comunidade mon√°stica a abandonar a Ilha pelos constantes ataques. Mais tarde, no S√©culo XVII, o monarca D.Jo√£o IV (1640-1654) mandou edificar de uma fortaleza para complementar a defesa da costa e da cidadela de Peniche. Assim, sobre um ilh√©u junto √† enseada da Ilha foi constru√≠do o¬†Forte de S√£o Jo√£o Batista

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Ponte de alvenaria de acesso ao ilhéu onde se encontra o Forte de São João Baptista

Um dos mais conhecidos episódios desta Fortaleza nos anais da História de Portugal foi ataque da armada espanhola, comandada pelo almirante castelhano Diogo Ibarra que tinha por objetivo raptar a rainha D. Maria Francisca de Saboia na sua chegada a Portugal, à época do seu casamento com D. Afonso VI. Logrado o objectivo principal, em Junho de 1666, a armada espanhola decidiu atacar esta fortificação, tendo bombardeado durante dois dias, acabando o forte por ser tomado pelos castelhanos, após uma operação de desembarque anfíbio. A guarnição portuguesa, cerca de trinta soldados e oficiais, era comandada pelo Cabo Avelar Pessoa,que se notabilizou nesta Batalha, foram capturados e levados para Espanha.

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Durante as Invas√Ķes Francesas, ¬†o forte serviu de base para a Royal Navy para o patrulhamento e ass√©dio √† cidadela de Peniche, tendo sido posteriormente pilhada pelos franceses. No decorrer das lutas entre liberais e absolutistas (1828-1834) foi utilizada de base √†s tropas de D. Pedro IV para a conquista da fortaleza de Peniche, ocupada por for√ßas miguelistas. Na 2¬™Metade do S√©culo XIX, esta fortifica√ß√£o acabou por ser abandonada. J√° na d√©cada de 50 do s√©c. XX, a Fortaleza de S√£o Jo√£o Baptista foi restaurada pela ent√£o Direc√ß√£o Geral dos Edif√≠cios e Monumentos Nacionais para uma posterior adapta√ß√£o do espa√ßo a pousada,¬†servindo de abrigo a quem a√≠ deseje pernoitar. Ali√°s, s√£o estas as fun√ß√Ķes que hoje apresenta.

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O farol Duque de Bragan√ßa, conhecido como farol da Berlenga, est√° instalado no planalto da Berlenga Grande, antes do acesso ao Trilho do Forte, no ponto mais alto da ilha. Entrou em funcionamento em 1842 durante o reinado de D. Maria II (1836-1853). Inicialmente, era alimentado por combust√≠veis naturais e¬†f√≥sseis¬†(primeiro azeite e depois petr√≥leo), sendo posteriormente electrificado em 1926. Desde 2000 e juntamente com as resid√™ncias anexas funciona com energia solar. A torre tem uma altura m√°xima de 29 m e ainda mant√©m a presen√ßa de faroleiros, bem como dos respectivos vigilantes de apoio √† reserva natural. Quando a energia el√©ctrica √© desligada pelas 23h, a √ļnica luz que ilumina a Ilha prov√©m deste Farol.

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O Bairro de Pescadores ou Bairro Comandante Andrade e Silva (1991) foi edificado na d√©cada de 40 do S√©culo XX pelo Capit√£o do Porto de Peniche, Ant√≥nio de Andrade e Silva, para albergar a comunidade piscat√≥ria da Berlenga. Ainda hoje tem estas fun√ß√Ķes sociais,mas com o advento do turismo muitas delas foram ocupadas e ¬†frequentadas por veraneantes.

Trilhos e Percursos pedestres…

O carreiro dos Ca√ß√Ķes e o carreiro do Mosteiro quase separam a ilha da Berlenga em dois ( em virtude de uma uma falha geol√≥gica), a ilha Velha e a Berlenga. Existem dois trilhos¬†que permitem visitar cada um destes lados da ilha. A circula√ß√£o fora destes trilhos √© proibida para proteger e conservar a fr√°gil ¬†fauna e flora desta ilha atl√Ęntica. O Ponto de partida e chegada √© o cais junto ao Bairro dos Pescadores, tem uma extens√£o aproximada de 2 km e uma dura√ß√£o de uma hora. O grau de dificuldade √© f√°cil, mas a subida para o Farol e descida do Forte ¬†apresentam alguma dificuldade.berlenga-1

Trilho da¬†Ilha Velha…

Este percurso pedestre permite observar o coberto vegetal e as espécies da avifauna patentes na Ilha da Berlenga. Ao longo deste, podemos observar paisagens fantásticas, com penhascos íngremes, tendo como pano de fundo o oceano.

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Dica: n√£o saia dos Trilhos, pois pode perturbar e colocar o patrim√≥nio natural em perigo. Pode arriscar a ser “alvo” de voos picados pelas gaivotas na protec√ß√£o das suas crias.

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Trilho da Ilha Velha

¬†Trilho da¬†Berlenga…

Este trilho¬†pedestre permite aceder ao patrim√≥nio hist√≥rico constru√≠do da Ilha da Berlenga, nomeadamente o forte de S√£o Jo√£o Baptista e ao Farol Duque de Bragan√ßa. O trilho de acesso ao forte apresenta dificuldade elevada, pelo seu acentuado desn√≠vel. Aconselha-se a levar cal√ßado apropriado √†s condi√ß√Ķes do terreno.

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Os Ilh√©us das Estelas e Farilh√Ķes

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Planalto da Ilha da Berlenga

ACTIVIDADES
Durante a visita ou estadia na Ilha da Berlenga, depende do n√ļmero de horas/dias que queira ficar, √© poss√≠vel efectuar diversas actividades l√ļdicas ligadas √† natureza e desporto, tias como, ¬†a visita √† grutas, snorkeling, canoagem, mergulhos, caminhadas, observa√ß√£o de aves, entre outras.
ALOJAMENTO
√Č poss√≠vel pernoitar na Ilha da Berlenga. Existem tr√™s possibilidades: no apoio de campismo (C.M.Peniche – Posto de Turismo), na Pousada do Forte S. Juli√£o Baptista (Associa√ß√£o de Amigos das Berlengas) ou no Restaurante Mar e Sol.
Aconselha-se a quem quiser pernoitar na ilha a levar lanternas e mantimentos, água doce incluída. Na ilha existe apenas um minimercado com produtos essenciais. A electricidade é cortada à 1 hora da manhã. A torneira de água doce comunitária está aberta entre às 9 e 11 h da manhã todos os dias.
PREÇOS
O barco de ida para a ilha, o Cabo Avelar Pessoa, da empresa Viamar, faz viagens de 12‚ā¨ por pessoa (a reserva pode ser feita por telefone e √© pago perto do porto¬†de embarque em Peniche) e o pre√ßo de volta para Peniche num dia diferente √© de 7‚ā¨ no mesmo barco (pago no barco).¬†O bilhete fica mais barato caso a pessoa v√° e volte no mesmo dia.

Para visitar as grutas das Berlengas, s√£o 5‚ā¨ por pessoa, dependendo da companhia mar√≠timo-tur√≠stica que detenha o barco. J√° a visita ao Forte √© gratuita.

TRANSPORTE

O acesso √† ilha da Berlenga est√° condicionado pela sua capacidade de carga, estipulada em 350 visitantes/dia (Portaria n.¬ļ 270/90, de 10 de abril).

A viagem √© feita de barco, desde o Porto de Peniche, tendo a viagem a dura√ß√£o de uma¬†hora. Os barcos de passageiros funcionam de Maio a Setembro, fora desse per√≠odo n√£o existe transporte¬†regular. O¬†Barco “Cabo Avelar Pessoa”¬†√© o transporte mar√≠timo regular com maior capacidade de carga e de passageiros. H√° tamb√©m diversas embarca√ß√Ķes os¬†Mar√≠timo-Tur√≠stica (Barco Julius, Rumo ao Golfinho, TGV, etc) que levam entre 40 a 10 passageiros que permitem o acesso √† ilha de uma forma c√≥moda e mais r√°pida.
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A ilha da Berlenga √© um dos mais conhecidos destinos tur√≠sticos na regi√£o Oeste de Portugal durante a √©poca de Ver√£o. De facto, a visita a esta Ilha vale pela viagem, a vista de Peniche/Cabo Carvoeiro, a visita as Grutas ¬†e pela visita ao Forte da Berlenga, por exemplo. Foi das melhores experi√™ncias vividas que j√° fiz e est√° t√£o perto da costa Portuguesa que merecia um maior interesse pelos nossos concidad√£os. Todavia, n√£o recomendo visitar no “Querido M√™s de Agosto”, em virtude de ser muito solicitada pelos turistas portugueses e estrangeiros.

A Gastronomia e a experi√™ncia da viagem.¬†A Hist√≥ria e as paisagens. Os Pescadores e os Faroleiros. Convido-vos a irem l√°, confirmar o quanto √© maravilhoso este local. Mas, sobretudo, aproveitem para acampar ou alugar uma casa para “saborear” e sentirem o verdadeiro esp√≠rito da Berlenga. N√£o se esque√ßa de levar comprimidos para o enjoo durante a viagem. Depois, n√£o digam que avisei.

Durante a minha estadia na Ilha, repetia esta frase: Estou na Ilha da Berlenga. Era uma constata√ß√£o intensa. Senti-a muitas vezes quando olhava,do topo do Farol Duque de Bragan√ßa, os barcos apinhados de turistas rumo ao Continente (Peniche). Ali, foi onde senti estas palavras de forma mais libertadora. Havia uma estranha serenidade a “entranhar-me” a alma.

Se gosta de fotografia, vai ficar encantado com o cen√°rio, sobretudo antes do sol se p√īr, mas evite viver a experi√™ncia somente atrav√©s da objectiva da sua c√Ęmara fotogr√°fica ou do ecr√£ do telem√≥vel.¬†H√° que sair da nossa zona de conforto. E descobrir o nosso “true self”. De facto, h√° lugares que incentivam¬†as nossas capacidades t√©cnicas, criativas e naturais do verdadeiro fot√≥grafo-viajante dentro de cada um de n√≥s.

Para mais aventuras fotográficas, pode encontrar-me nas redes sociais em OLIRAF FOTOGRAFIA .

Viaje,mas devagar. E Aventure-se na região Oeste!

FONTES

ALVES, F. et al (1989) Os cepos de √Ęncora em chumbo descobertos em √°guas portuguesas – contribui√ß√£o para uma reflex√£o sobre a navega√ß√£o ao longo da costa atl√Ęntica da Pen√≠nsula Ib√©rica na Antiguidade. In O Arque√≥logo Portugu√™s, s√©rie IV. Vol. 6/7.
ALVES, F. (1994) Os dois cepos de √Ęncora em chumbo pr√©-romanos da ilha Berlenga. Relat√≥rio. Lisboa: Centro Nacional de Arqueologia N√°utica e Subaqu√°tica
BANDEIRA, L. (1984) “Ber√ßo Manuelino” recuperado ao largo das Berlengas. In S√©rie Arqueol√≥gica, vol. 1, Museu do Mar. Cascais: C√Ęmara Municipal de Cascais.
BUGALHÃO, J. & LOURENÇO, S. (2001) Ilha da Berlenga, Bairro dos Pescadores: relatório dos trabalhos arqueológicos. Relatório interno. Lisboa: Instituto Português de Arqueologia
DIOGO, A. (1999) √ānforas provenientes de achados mar√≠timos na costa portuguesa. In Revista Portuguesa de Arqueologia, 2:1. Lisboa: Instituto Portugu√™s de Arqueologia.
FERREIRO LOPEZ, M. (1988) La campa√Īa militar de Cesar en el a√Īo 61. In MENAUT, G. ed., Actas del 1¬ļ Congreso Peninsular de Historia Antigua. Santiago de Compostela: Universidad de Santiago de Compostela.
SANTOS, J. (1994) As Berlengas e os Piratas. Lisboa: Academia de Marinha
TRINDADE, J. (1985) Mem√≥rias Hist√≥ricas. Lisboa: INCM/C√Ęmara Municipal de √ďbidos.

INTERNET

Natural.pt¬†|¬†C√Ęmara Municipal de Peniche – Ilha da Berlenga¬†|¬†Visit Portugal

Monumentos Berlengas Turismo do Centro | ICNF РReserva Natural das Berlenga

Texto: Rafael Oliveira  | Fotografia: Oliraf Fotografia

Fotografia‚ÄĘViagens‚ÄĘPortugal ¬© OLIRAF (2015)

Contact: oliraf89@gmail.com

 

 

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2 thoughts on “ūüď∑7 dias e 6 noites na Ilha da Berlenga…

    • Julio,

      Antes de mais, agradeço o seu feedback. De facto, as Berlengas são (des)conhecidas pelos portugueses e para muitos estrangeiros. Mas, isso já começa a mudar. Aconselho a ir um dia para visitar a Ilha ou realizar um baptismo de mergulho nas suas águas maravilhosas e ricas em biodiversidade.
      E parabéns pelo seu blog de viagem. Gostei imenso.

      Atentamente,

      Rafael Oliveira

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