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ūüď∑ Roteiro Fotogr√°fico pelas fortifica√ß√Ķes de origem portuguesa em Marrocos…

Salaam alaikum…

No contexto da 5¬™ visita de estudo ao Reino de Marrocos, organizada pelo Departamento de Geografia e Planeamento Regional da Faculdade de Ci√™ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tive a oportunidade de conhecer, estudar e fotografar in√ļmeros locais de Marrocos.

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Panor√Ęmica da Fortaleza de Mazag√£o

No Total, foram nove dias de viagem com 3270 km de autocarro que me permitiu partir em busca da ess√™ncia de √Āfrica, das suas gentes, paisagens, da sua cultura, experi√™ncias e mem√≥rias de um pais africano com uma extens√£o territorial quase cinco vezes superior √† de Portugal e com 30 milh√Ķes de Habitantes. Todavia, o percurso pelo litoral atl√Ęntico de Marrocos permitiu-me contactar com alguns lugares com vest√≠gios da¬†arquitectura militar de origem portuguesa, nomeadamente, Essaouira, Safi, El Jadida e Asilah.. De facto, esta viagem permitiu-me elucidar que Portugal e Marrocos partilham legados culturais e interesses comuns. Ali√°s, a nossa Hist√≥ria cruzou-se por v√°rias vezes com este continente…Somos Pa√≠ses Vizinhos!

Ap√≥s mais de 600 km de estrada entre Lisboa e Algeciras, pelo meio a travessia do Estreito de Gibraltar, cheguei a Marrocos (T√Ęnger). Em linha recta, capital mais pr√≥xima do Reino de Marrocos (Rabat) √© Lisboa. Marrocos √© um pais com mais de 446 mil Km2 de √°rea, com 2500 km de costa atl√Ęntica de extens√£o e 300 km de costa Mediterr√Ęnica. Na minha opini√£o, descobrir este Reino √© quase como reviver mem√≥rias de outros tempos, uma esp√©cie de regresso a casa.

A ver pela sua História, Marrocos e Portugal partilham em comum uma herança civilizacional e cultural que sempre me fascinou, apesar das diferenças religiosas. Tal como nas moedas, coexistem duas faces distintas mas com um elo inseparável entre si.

O Norte de √Āfrica, em especial Marrocos, √† √©poca chamava-se Reino de Fez (Mer√≠nidas), foi a primeira tenta√ß√£o de um Portugal sedento de afirma√ß√£o internacional e em busca de grandeza, ap√≥s Aljubarrota.¬†A presen√ßa portuguesa em Marrocos durou mais de trezentos anos (1415-1769). Como se sabe, aventura dos Descobrimentos Portugueses iniciou-se a 14 de Agosto de 1415, quando uma armada de 200 navios, 50 mil homens, um rei D.Jo√£o I (e tr√™s pr√≠ncipes, D.Duarte, D.Pedro e D.Henrique) tomaram a cidade portu√°ria de Ceuta.

Ao longo do litoral norte africano – mediterr√Ęneo e atl√Ęntico -, os portugueses conquistaram e constru√≠ram in√ļmeras fortifica√ß√Ķes. S√£o exemplos, Ceuta (1415-1668),¬†Alc√°cer-Ceguer (1458-1550),¬†T√Ęnger (1471-1662),¬†Arzila (1471-1550; 1577-1589),Safim (1488-1541), Aguz (1506-1525),Mogador (1506-1526), Azamor (1513-1541), Santa Cruz do Cabo de Gu√™ (1505-1541) e¬†Mazag√£o (1506-1769).

A maioria das fortifica√ß√Ķes constru√≠das pelos portugueses foi no per√≠odo de conquistas lusitanas no litoral norte-africano (s√©c. XV e XVI).¬†Segundo o Historiador Rafael Moreira, in Hist√≥ria das Fortifica√ß√Ķes Portuguesas no Mundo, Marrocos durante a 1¬™Metade do S√©culo XVI era um campo de experimenta√ß√£o das inova√ß√Ķes, ensaios e solu√ß√Ķes da arquitectura militar fora do continente europeu.

As fortalezas portuguesas existentes no Norte de √Āfrica, ao longo da costa atl√Ęntica de Marrocos, atestam o plano da Dinastia de Avis de as tornar pra√ßas de guerra. Desde a conquista de Ceuta (1415) at√© ao Desastre de Mamora (1515), o palco principal das ambi√ß√Ķes e decis√Ķes pol√≠ticas da monarquia portuguesa √© o Norte de √Āfrica. De facto, as possess√Ķes portuguesas em Marrocos eram pra√ßas de guerra. As suas muralhas conservadas at√© hoje, algumas em ruinas, atestam a sua solidez e as ambi√ß√Ķes do Venturoso era tornar a costa marroquina numa coura√ßa de pra√ßas-fortes que ia desgastando os advers√°rios e o obrigariam a render-se.

O objectivo das autoridades portuguesas ao longo dos s√©culos que estiveram presentes em Marrocos eram as quest√Ķes b√©licas, ideol√≥gicas, politicas e comerciais. O controlo dos principais portos marroquinos, tendo em vista, a neutraliza√ß√£o da pirataria ‚Äď defesa das embarca√ß√Ķes do Imp√©rio Portugu√™s -, a realiza√ß√£o de actividades comerciais com as autoridades locais (cavalos, tecidos, arroz,etc), a necessidade de um territ√≥rio para manter a nobreza ocupada longe de querelas internas e externas e, finalmente, a promo√ß√£o da Guerra Santa contra os Infi√©is para afirma√ß√£o da Dinastia de Avis junto do Papado. De referir, que a Nobreza Portuguesa considerava Marrocos vital para o prestigio e reputa√ß√£o pela for√ßa das armas, sendo essencial a sua manuten√ß√£o sob √©gide das for√ßas portuguesas.

O fim do ciclo portugu√™s em Marrocos ocorreu com o abandono do √ļltimo basti√£o fortificado: a pra√ßa-forte de Mazag√£o em 1769. Actualmente, este patrim√≥nio militar est√° em √≥ptimo estado de conserva√ß√£o e manuten√ß√£o gra√ßas ao apoio das autoridades marroquinas e funda√ß√Ķes privadas portuguesas, por exemplo, a Funda√ß√£o Calouste Gulbenkian.

Actualmente, este patrim√≥nio militar est√° em √≥ptimo estado de conserva√ß√£o e manuten√ß√£o gra√ßas ao apoio das autoridades marroquinas e funda√ß√Ķes privadas portuguesas, por exemplo, a Funda√ß√£o Calouste Gulbenkian.

Ao longo desta aventura em Marrocos, acompanha-me um profundo conhecimento do legado lusitano nestas paragens. Aqui penso que foi aqui que Portugal construiu e iniciou a sua epopeia além-mar, sentindo um pouco da nossa alma ligada às pedras, aos baluartes, as muralhas, as ruas que foram levantadas com tanto esforço e orgulho, à custa de sangue lusitano!

ūüďĆFortaleza de Arzila (1471-1550; 1577-1589)

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A Fortaleza de Arzila constitui um belo exemplar da fortifica√ß√£o manuelina. Fica situada num pitoresco porto de mar, entre Larache e T√Ęnger, no Garbe Marroquino. O Baluarte de S√£o Francisco (em primeiro plano) e Baluarte da Pata de Aranha, ao fundo, destinavam-se a bater com fogo cruzado o ancoradouro do melhor porto do litoral marroquino at√© Mazag√£o.

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A Torre de Menagem de Arzila é uma típica estrutura feudal. Foi erguida, em 1509, pelo arquitecto-mor do Reino, Diogo Boytac, durante o intervalo à frente do Mosteiro dos Jerónimos. Segundo a tradição, terá sido nesta torre que terá pernoitado o rei D.Sebastião antes da fatídica Batalha de Alcácer-Quibir.

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ūüďĆFortaleza de Safim (1488-1541)

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Situada no Marrocos Atl√Ęntico, Safim, actual Safi, situada entre Essaouira e El Jadida, foi um importante porto atl√Ęntico durante a 1¬™metade do S√©culo XVI para o projecto marroquino da Coroa Portuguesa. Desde 1491, que os Portugueses mantinham uma pequena feitoria fortificada para as transac√ß√Ķes comerciais com os habitantes locais e tribos berberes. Tamb√©m era um importante centro produtor de alamb√©is (tapetes coloridos) que eram essenciais nas trocas comerciais com as tribos africanos da regi√£o da Fortaleza de S√£o Jorge da Mina (no actual Gana).

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Em virtude da necessidade de defesa da mesma, em 1516, a Coroa ordenou a constru√ß√£o de uma fortifica√ß√£o, de origem manuelina, o conhecido Castelo do Mar. Foi recentemente restaurado pelo Servi√ßo dos Monumentos Hist√≥ricos de Marrocos, fazendo jus a uma das fortifica√ß√Ķes manuelinas mais grandiosas e mais bem conservadas do continente africano. De referir, que o Nuno Fernandes de Ata√≠de, capit√£o desta pra√ßa africana entre 1510 a 1516, ficou com a alcunha do ¬ęNunca est√° Quedo¬Ľ, em virtude de ter sido um homem de ac√ß√£o ‚Äď irrequieto e voluntarista ‚Äď durante as constantes surtidas na regi√£o.

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O per√≠metro amuralhado desta cidade do litoral marroquino √© de origem manuelina, sendo erguidas em 1511 pelo arquitecto Diogo de Arruda. Tive oportunidade de constatar a sua vastid√£o, grandeza e estado impec√°vel de conserva√ß√£o.¬†De Salientar, que a Torre de Menagem de Arzila e o Castelo do Mar de Safim s√£o as √ļnicas estruturas arquitect√≥nicas de tra√ßa medieval que subsistem no continente africano constru√≠das pelos portugueses.

ūüďĆCastelo de Aguz¬†(1506-1525)

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O Castelo de Aguz (Suira-Kedima) foi constru√≠do em 1519 na foz do rio Tensift, a Sul de Safim. Era uma base de apoio t√°ctico ao porto atl√Ęntico e fortaleza de Safi. √Č muito semelhante √† fortaleza renascentista de Vila Vi√ßosa, com um p√°tio central e torre√Ķes ultra-circulares nos √Ęngulos. Trata-se de um exemplar da fortifica√ß√£o costeira manuelina simplificada.

ūüďĆAntiga Mogador (1506-1526)

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A cidade portu√°ria de Essaouira, situada entre Safi e El Jadida, foi no S√©culo XVI uma antiga possess√£o portuguesa denominada de Mogador (1506-1526). O Castelo de Mogador, constru√≠do em 1506, por Diogo de Azambuja, j√° n√£o existe. Esta fortifica√ß√£o, segundo fontes, durante o curto per√≠odo nas m√£os lusitanas, era dependente das provis√Ķes com origem na Ilha da Madeira, nomeadamente, o vinho, azeite, trigo ou madeira.

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Se visitarmos a medina, as muralhas e o porto da ¬ęcidade do vento¬Ľ podemos constatar a antiga presen√ßa lusitana, apesar das actuais fortifica√ß√Ķes, de origem marroquina, terem sido constru√≠das durante o S√©culo XVIII por ordem do sult√£o alauita Bem Abbala, quando pretendeu fazer deste local um importante porto exportador do ouro trazido pelas caravanas atravessavam o Saara desde Tombuctu (Mali).

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ūüďĆFortaleza Mazag√£o¬†(1506-1769)

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A Cidade-fortaleza de Mazag√£o, oficialmente fundada como vila a 1 de Agosto de 1541, apesar da exist√™ncia de uma pequena fortaleza constru√≠da pelo arquitecto Diogo de Arruda, em 1514, actual Cisterna Portuguesa, como ponto de apoio a Azamor. Mais tarde, em 1541, Jo√£o de Castilho adaptaria para uma cisterna e celeiros. Foi desenhada pelo engenheiro italiano Benedetto da Ravenna, em conjunto com Miguel de Arruda e Diogo de Torralva. De referir, que a constru√ß√£o desta fortifica√ß√£o marca o inicio da adapta√ß√£o das novas formas de combate no Magrebe – constru√ß√Ķes com baluartes de tra√ßa italiana -, em virtude pela utiliza√ß√£o da artilharia por parte das for√ßas isl√Ęmicas. A partir da 2¬™ Metade do S√©culo XVI d√°-se a adapta√ß√£o das velhas fortifica√ß√Ķes de cariz medieval para esta nova arquitectura militar.

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¬†O seu porto de acesso f√°cil e a tra√ßa abaluartada das muralhas, em alguns pontos com mais de dez metros de espessura, tornavam-na numa inexpugn√°vel. Mais tarde, seria abandonada por Portugal, em 1769, por decis√£o do ¬ęvalido¬Ľ do Rei D.Jos√© I, o ent√£o Marqu√™s de Pombal. Actualmente, a Cit√© Portugaise de El-Jadida est√° restaurada, como se comprova pelas fotos da minha autoria. A enorme extens√£o do per√≠metro muralhado da antiga Mazag√£o mostram a tradi√ß√£o da arquitectura militar italiana e da import√Ęncia do estilo renascentista durante o Reinado de D.Jo√£o III (1521-1557). De Salientar que o Baluarte de S√£o Sebasti√£o, lado do mar, mostra a escala grandiosa da fortifica√ß√£o.

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A famosa cisterna da antiga Mazag√£o √© uma das atrac√ß√Ķes tur√≠sticas de Marrocos. Foi constru√≠da sob a direc√ß√£o de Jo√£o de Castilho em estilo renascentista sobre o p√°tio de armas do antigo Castelo de origem Manuelina. O catalisador da constru√ß√£o desta imponente fortifica√ß√£o militar foram os constantes raides e conquistadas dos xarifes do Sul de Marrocos, equipados com moderna tecnologia pirobal√≠stica e com conselheiros militares europeus (mercen√°rios italianos/germ√Ęnicos). Mazag√£o era, assim, uma alternativa vi√°vel ao abandono das possess√Ķes costeiras fortificadas de Santa Cruz do Cabo Gu√© (Agadir), Safim e Azamor. A concentra√ß√£o de meios humanos, materiais e b√©licos numa √ļnica pra√ßa permitia uma melhor resist√™ncia aos constantes e numerosos¬†ass√©dios das¬†for√ßas sob o signo de Al√°.

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Em 1769, a cidade-fortaleza de Mazag√£o foi abandonada pela Coroa Portuguesa. Em virtude deste abandono, a Coroa ordenou que os seus habitantes ‚Äď nobreza local, soldados, etc ‚Äď fossem para Lisboa. Aqui chegados, foram reenviados para uma nova miss√£o: a funda√ß√£o de uma Nova Mazag√£o, na fronteira Norte do Brasil, no actual estado de Amap√°. Era o fim de mais de tr√™s s√©culos de presen√ßa portuguesa em Marrocos (1415-1769), em virtude de as possess√Ķes norte-africanas serem um sorvedouro de recursos humanos, monet√°rios e b√©licos, sem qualquer retorno (√† excep√ß√£o das quest√Ķes ideol√≥gicas, Guerra Santa).

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A antiga fortifica√ß√£o de Mazag√£o constitui – hoje uma importante atrac√ß√£o tur√≠stica de Marrocos ‚Äď um dos melhores exemplos conservados da arquitectura militar do Renascimento fora do Continente Europeu, que resistiu ao teste do tempo e da pr√≥pria ac√ß√£o humana. De Salientar, que as¬†fortifica√ß√Ķes portuguesas de Mazag√£o foram inscritas na lista do Patrim√≥nio da Humanidade pela UNESCO em 2004 e, em 2009, como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. O litoral atl√Ęntico de Marrocos oferece-nos uma grande variedade de grandes e pequenas fortifica√ß√Ķes costeiras com grande impacto visual e pl√°stico, como em nenhum outro lugar. Nas mesmas, podemos encontrar o estilo de fortificar de Diogo de Arruda e dos seus familiares.

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Em Conclus√£o, uma visita ao Norte de √Āfrica ¬†– Marrocos – n√£o √© para um portugu√™s um mero passeio como qualquer outro. ¬†√Č uma esp√©cie de regresso a casa. Para quem possua alguns conhecimentos de Geografia e Hist√≥ria e tenha o sentido do valor dos passado lusitano, visitar o actual Reino de Marrocos √© ir a um dos nossos lugares predilectos, ir afervorar o amor p√°trio e retemperar a alma, como afirma Urbano Rodrigues (RODRIGUES, 1935). De facto,¬†diante de patrim√≥nio edificado pelos nossos antepassados ¬†em diversas cidades costeiras como¬†Asilah, T√Ęnger, Essaouira, Safi, El Jadida, podemos sentir bem o que fomos e o que podemos ainda ser…

BIBLIOGRAFIA

Carita, Rui, ‚ÄúA arquitectura abaluartada de origem portuguesa‚ÄĚ, in¬†Rela√ß√Ķes luso-marroquinas 230 anos, Cam√Ķes ‚Äď Revista de Letras e Culturas Lus√≥fonas, n¬ļ 17-18, Lisboa, Instituto Cam√Ķes, Novembro 2004, pp. 135-138, 143-145.

Correia, Jorge, ‚ÄúMazag√£o: A √ļltima pra√ßa Portuguesa no Norte de √Āfrica‚ÄĚ, in¬†Revista de Hist√≥ria da Arte, Lisboa, IHA ‚Äď FCSH-UNL, n¬ļ 4 , 2007, pp. 185-209.

Dias Farinha, Ant√≥nio, ¬†“Os Portugueses em Marrocos”, Instituto Cam√Ķes, Colec√ß√£o Laz√ļli, 1999,pp.3-103.

LOPES, David ‚Äď A Expans√£o em Marrocos, Colec√ß√£o Cabo a Cabo, Lisboa: Teorema /O Jornal, 1989.

Moreira, Rafael, ‚ÄúArquitectura militar do Renascimento‚ÄĚ, in¬†Hist√≥ria das Fortifica√ß√Ķes Portuguesas no Mundo, Dir. Rafael Moreira, Lisboa, Pub. Alfa S.A., 1989, pp. 150-157.

RODRIGUES, Urbano ‚Äď Passeio a Marrocos, Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade, 1935.

Nota importante

As presentes informa√ß√Ķes n√£o t√™m natureza vinculativa, funcionam apenas como indica√ß√Ķes, dicas e conselhos, e s√£o suscept√≠veis de altera√ß√£o a qualquer momento. O Blogue OLIRAF n√£o¬†poder√° ser responsabilizado pelos danos ou preju√≠zos em pessoas e/ou bens da√≠ advenientes. Se quiser¬†partilhar ou divulgar as minhas fotografias, poder√° faz√™-lo desde que mencione os direitos morais e de autor das mesmas.

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Texto: Rafael Oliveira  | Fotografia: Oliraf Fotografia

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Fotografia‚ÄĘViagens‚ÄĘPortugal ¬© OLIRAF (2014)

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